terça-feira, 11 de maio de 2010

Ao entrar no meu quarto

Ao entrar no meu quarto, sente-se uma sensação agradável: há frescura e pureza no ar, com o sol a espreitar todas as manhãs e a espalhar luz, alegria e cor por todo o lado.
As duas paredes, cor-de-rosa, reflectem cor e vida. As portadas das janelas esbranquiçadas brilham como estrelas à luz do sol. E, envolvendo tudo, uma extraordinária mistura inebriante dos vários perfumes torna fresco e leve o ambiente do meu quarto.
O brilho do chão envernizado intensifica-se com a luz do sol e, da parede, um menino com uma lágrima olha -me sempre. Entrando no quarto, do lado direito, encontra-se uma secretária/prateleira, onde passo o meu tempo de estudo, e uma cama. Em frente da porta e ao lado da janela, situa-se uma mesinha de cabeceira, que está perto da cama e encostada à parede. Do lado esquerdo, um guarda-fatos.
Da janela do meu quarto vê-se a luz, as casas dos vizinhos e uma estrada nacional, em que passam continuamente automóveis.
Nele sinto uma sensação de que estou confortável, e que posso dizer: “Estou no meu canto, no meu mundo”.

Maria João da Silva Padrão nº 14, 7º A

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