sexta-feira, 28 de maio de 2010

Descrições

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terça-feira, 11 de maio de 2010

Cidade em obras!

Da janela da minha sala de aulas, vejo um espaço da minha cidade, chamada Famalicão.
Nesta manhã soalheira, sombreia ao longe só arvoredo, árvores despidas, sem vida.
Mais próximo, surge a escola D. Sancho que é bege e onde se vêem alunos a fazer Educação Física.
Ao meu lado direito, erguem-se os prédios verdes e beges com chaminés brilhantes no alto e também prédios cor-de-rosa, ladeados por uma rua.
À minha esquerda, há o parque de estacionamento da escola D. Sancho e também a Escola Júlio Brandão.
Mas ao centro, vejo os contentores frios e tristes da minha escola.
Então apercebo-me que este espaço da cidade está confuso e agitado e não nos dá paz, pois não é agradável.

Nelson José Oliveira Cruz 7º A Nº18

A Casa de Sonho!


Certo dia, eu irei entrar numa casa que será um sonho à beira mar!
Sentir a maresia na cara: uma sensação fascinante! Nunca conheci nada tão belo como a brisa do mar.
A casa está quase pronta: aquele azul da casa combina com o laranja do sol, batendo nas águas suaves do mar. Já “durmo” no meu quarto: é azul! Quando lá “entro”, parece que penetrei num mundo de fantasia e amor.
O meu quarto está cheio de maravilhas: a minha Dual disk, azul, como a do Chazz; depois, mais à esquerda, a cama iluminada pela luz radiante do sol que acaba de nascer.
Estou ansioso que ela esteja pronta! Assim poderei mostrar a todos o verdadeiro mundo da beleza e do amor.



MIGUEL AFONSO N.º 16 7A

A minha cidade

A Minha Cidade!

Da janela da sala de aula onde eu estudo, todas as Quintas, avisto o Parque Sagres.
Hoje, nesta manhã de céu limpo, a poluição é pouca comparada com os outros dias.
Posso ver daqui de cima deste terceiro andar, os edifícios bonitos de cor verde com algum castanho à mistura. Vê-se uma rua onde hoje circulam poucos carros.
Desta cadeira pouco confortável em que me sento, vejo à direita, amarela e bonita, a escola D. Sancho; à minha esquerda, balançam, com a brisa, belas árvores cujas folhas caíram no Outono; e à minha frente, vejo belo e florido o Parque Sagres (Parque Da Juventude).
Ao contemplar esta paisagem, compreendemos como a cidade é LINDA!

Miguel Lopes Castro

Número 17 7ºA

Ao entrar no meu quarto

Ao entrar no meu quarto, sente-se uma sensação agradável: há frescura e pureza no ar, com o sol a espreitar todas as manhãs e a espalhar luz, alegria e cor por todo o lado.
As duas paredes, cor-de-rosa, reflectem cor e vida. As portadas das janelas esbranquiçadas brilham como estrelas à luz do sol. E, envolvendo tudo, uma extraordinária mistura inebriante dos vários perfumes torna fresco e leve o ambiente do meu quarto.
O brilho do chão envernizado intensifica-se com a luz do sol e, da parede, um menino com uma lágrima olha -me sempre. Entrando no quarto, do lado direito, encontra-se uma secretária/prateleira, onde passo o meu tempo de estudo, e uma cama. Em frente da porta e ao lado da janela, situa-se uma mesinha de cabeceira, que está perto da cama e encostada à parede. Do lado esquerdo, um guarda-fatos.
Da janela do meu quarto vê-se a luz, as casas dos vizinhos e uma estrada nacional, em que passam continuamente automóveis.
Nele sinto uma sensação de que estou confortável, e que posso dizer: “Estou no meu canto, no meu mundo”.

Maria João da Silva Padrão nº 14, 7º A

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O Marinheiro

Numa manhã de Junho, Robert, um rapazinho de 8 anos, correu para a praia como fazia todos os dias. Ficava horas a ver o mar. Mal Robert sabia que a sua vida estava prestes a mudar.
Dois homens conversavam à beira mar. Um olhou para o rapazinho e perguntou:
- O que estás aqui a fazer?
Rob respondeu:
- Vim ver o mar. Todos os dias venho vê-lo.
- Vejo que gostas do mar.
- Sim, muito! E um dia, vou ser um grande marinheiro!
- Ai sim? Rapaz, queres vir comnosco e tornar-te marinheiro?
- Gostava muito!
- Como te chamas?
- Robert.
- Muito bem, Robert! Agora, és um marinheiro de verdade!
O menino sorriu e o outro homem, alto, ruivo e de olhos azuis, disse sorrindo:
- Bem vindo a bordo!
Já no alto mar, Robert deliciava-se com o cheiro do mar e com a brisa a bater-lhe na cara. Nunca na sua vida se sentira tão feliz!
- Capitão, – chamou o pequeno, ao mesmo tempo que lhe dava puxões na camisola – o que há no fundo do mar?
- Os teus pais nunca te disseram?
- Os meus pais estão a dormir.
Fez uma cara triste.
- Oh! Desculpa! – disse o capitão. – Bem, então cuidarei de ti como se fosse teu pai!
Riu e continuou:
- No fundo do mar, existem conchas, navios naufragados, tesouros, peixes e sereias.
- Sereias? O que são sereias? – questionou confuso.
- Sereias são seres que são metade mulher metade peixe. –explicou.
- Ah! Obrigado senhor capitão!
- Sabes, miúdo, és parecido comigo!
Robert sorriu.
Viajou por todo o mundo. Do Reino Unido, que era a sua casa, à América, Índia, Japão, França… Um pouco por todo o lado.
Thomas, o capitão do navio, adoptara Robert e, desde então, tratara-o como um filho e Robert tratava-o como um pai. Robert conseguira aquilo que sempre desejara… Ser marinheiro.


Ana Luís Cardoso Soares
Nº 3 - 8º B